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quarta-feira, 15 de junho de 2011

Sugar CRM

O SugarCRM é um produto de CRM corporativo com módulos para gerenciamento de empresas e divisões, contatos, prospects, oportunidades, ocorrências, campanhas de marketing, projetos, documentos, agenda e histórico. Sendo um produto open source, é distribuído gratuitamente na versão Sugar Community Edition.
O suporte linguístico para português de Portugal tem sido disponibilizado pela empresa DRI, Gold Partner da SugarCRM em Portugal.
O suporte linguístico para português do Brasil tem sido disponibilizado pela empresa Lampada Global, Gold Partner e ALP ( Authorized Learning Partner) da SugarCRM no Brasil.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Domínios na Internet


Os dominios na internet são os nomes atravéz dos quais se consegue aceder a recursos disponiveis na internet.
Quando por exemplo coloca www.qualquercoisa.com na zona de endereços, está a referir-se a um serviço disponivel dentro do dominio qualquercoisa.com.
O dominio é parte integrante da maior parte dos endereços, direcções, url, que utiliza no dia a dia na internet.
O dominio tem a forma de dominio.tld (tld designa os dominios de topo), e é um sistema hierarquico com nós separados pelo . (ponto). O que vulgarmente chamamos dominios são subdominios de um dos dominios de topo.
Os dominios normalmente estão associados a computadores permanentemente ligados à internet, identificados por um conjunto de numeros chamado IP, por exemplo: 213.245.20.2.
Existem uma serie de serviços online prestados nesses computadores, como por exemplo: mail, www e ftp, esses serviços são normalmente indicados antes do dominio e separado deles por um . (ponto) exemplos: ftp.qualquercoisa.com. Estes serviços do ponto de vista do detentor do dominio são incluidos no pacote de alojamento que adquiriu à empresa prestadora do serviço de alojamentos.
Um desses serviços, e essencial para o bom funcionamento do dominio, é o serviço de dns, o qual faz a tradução entre o endereço indicado, o proprio dominio por exemplo (xpto.org), e o IP do computador a ser contactado para o utilizar. Podemos olhar para o serviço de dns como uma gigantesca agenda telefonica que nos permite obter numeros a partir do nome.
Existem dois tipos de hieraquia de topo:
  • Internacionais São designados por gTld Dominios na internet reguladas pela ICCAN (anteriormente eram regulados pela IANA ) e incluem os dominios terminados em:
    • .com
    • .org
    • .net
    • .info
    • .biz
  • Nacionais Este tipo de dominios são designados por ccTld, e constituem uma lista extensa, sendo cada um deles regulado por uma entidade propria em cada pais a que se referem.
    Em portugal é a FCCN que a atribuição dos dominios .pt e para os quais tem regras especificas de concessão.
A importância do dominio é devida a este identificar a sua empresa, identidade, produtos, serviços, ideias, etc.
O nome do dominio é importante para a facilidade com que as pessoas o podem alcançar, ou seja um bom nome de dominio tem de ser facil de lembrar, identificavel com o que pretendemos divulgar, ser pequeno, dar credibilidade…
O problema em escolher um dominio com estas caracteristicas é que provavelmente já está registado. Existem cerca de 65 milhoes de dominios registados.

Pequena história
O sistema de dns foi criado em 1984 e a sua gestão passou por várias entidades, até que em 1993 ficou a cargo da Network Solutions.
Até meados 1995 o registo de dominios era gratuito, existiam cerca de 120 mil dominios. A National Science Foundation, suportava os custos de operação. Mas em Setembro de 1995 acabou a subvenção da NCF e a Network solutions começou a cobrar 50 dolares por cada dominio .com .org ou .net. Estavamos na época do boom da internet. Em pouco tempo os dominios deixaram de se contar em milhares para se contarem nos milhões. Em 1998 a Network Solutions perdeu o monopólio e hoje existe largas dezenas de registers para os dominios internacionais.

Google Adsense


O Adsense é um programa de publicação de publicidade ou afiliados do Google!!

Só por ter essa empresa por trás do programa, já podemos deduzir algumas coisas:
Existem regras, muitas regras a serem cumpridas para publicação de suas peças. Essas regras vão desde diretrizes de qualidade de sua página. Como por exemplo, posicionamento dos anúncios. Quantidade de anúncios permitidos por página. Entre outras, aceda ao link para saber mais dos regulamentos do programa. http://www.google.com/support/adsense/bin/answer.py?hl=pt-BR&answer=1059043
Existem também restrições relacionadas ao tipo de conteúdo abordado por seu site. Como por exemplo sites pornográficos, sites de armas, bebidas alcoólicas, racismo entre outros também são proíbidos de publicar os anúncios. Link para saber mais. https://www.google.com/adsense/support/bin/static.py?page=guide.cs&guide=25731&topic=25733&answer=168151
Ultimo ponto sobre as regras, que diferentemente de outros programas de afiliados que não fazem uma fiscalização efetiva e de qualidade. O google é rigido. Por isso a melhor opção em relação ao Adsense é seguir todas as regras e diretrizes, sempre.

Um outro ponto interessante é que com o pedrigree do Google, uma coisa você não tem que se preocupar, que são os pagamentos. A transparência e a bilateralidade do cumprimento dos termos.
Voltando ao cerne do negócio. De onde vem toda essa publicidade, hoje presente em boa parte dos sites da internet? Tudo isso vem do Google Adwords, o qual já abordamos anteriormente. Basicamente o Adwords hoje é o responsável por 97% de todo o facturamento das 6 letras mais importantes da internet. E é um sistema em que as empresas publicam seus anúncios dos mais variados tipos em diversas redes segmentadas. Seja diretamente na busca orgânica. Seja nas redes de sites que usam Adsense, Youtube etc. etc.

O Adsense oferece diversos tipos de publicação de publicidade no seu site.
  • Adsense para conteúdo, que é o mais comum, são blocos com links e descrições da empresa/site anunciante. Ou então banners com imagens referentes a mesma.
  • Adsense para pesquisas, que basicamente é um google custom search, com publicação de anúncios em que você ganha parte da receita.
  • Adsense para telemóvel, que são anúncios dentro de aplicativos em smartphones.
  • Adsense para feeds, que são parecidos com os de conteúdo, com a diferença que são publicados em feeds xml obrigatoriamente publicados pelo feedburner.
  • E por último, adsense para domínios, que básicamente é um sistema para anúncios em domínios parkeados.
Esta foi uma pequena introdução, sobre o que é o Google Adsense, uma das ferramentas mais importantes, se não a mais importante, para os webmasters ou blogueiros que querem ganhar dinheiro pela internet e obter rendimentos com o seu trabalho.

Assista a um breve tutorial, muito útil para a criação da sua conta  no Google Adsense.

http://youtu.be/UjYtg0pLu6s

Google Adwords

 
 
No Google AdWords o anunciante cria os seus anúncios, de acordo com regras estabelecidas por si em matéria de orçamento diário e de âmbito de exibição.
 
Depois de definir quanto dinheiro quer investi por dia, deverá inscrever as palavras-chave que farão apresentar o anúncio nas página de resultados do motor de busca (habitualmente designadas por SERP – Search Engine Results Page) quando o utilizador as inserir na janela de pesquisa do Google.
 
Exemplo:
 
O Senhor Antero é floricultor. Uma das palavras-chave que inscreveu na sua lista do Google AdWords foi “Dália”.
 
Dado que apenas opera no mercado nacional, teve o cuidado de restringir o âmbito geográfico dos seus anúncios a Portugal, bem como a utilizadores de língua portuguesa. No entanto, lembrando-se que tem alguns clientes ingleses residentes no Algarve, adicionou a língua inglesa ao sistema.
 
A sua segmentação de mercado está assim definida:
  • País: Portugal
  • Línguas: Portuguesa e Inglesa
 
Mas o mais interessante do sistema AdWords é que a segmentação vai mais longe. Para além do anúncio só aparecer a utilizadores de língua portuguesa ou inglesa, e residentes em Portugal, ele apenas aparecerá a quem estiver interessado em “dálias”.
 
Um utilizador do Google que pesquise por dálias verá o anúncio do Sr. Antero.
 
Refira-se que, até aqui, este anunciante não gastou um tostão. Apenas pagará ao Google se ou quando o utilizador decidir clicar naquele anúncio para visitar o seu site.
 
Ora, isto é uma maneira incrivelmente eficaz de captar tráfego qualificado!
 
Se a visita se converterá em “acção” (compra, subscrição duma newsletter, participação numa campanha “member get member”, etc.) isso é outra história que será tratada aparte. Para já, o que releva sublinhar é que alguns dos erros mais comuns dos anunciantes nesta fase são os seguintes.
 

Erros mais comuns dos anunciantes

 
  1. Focalizarem-se excessivamente em temas demasiado generalistas, esquecendo-se dos nichos de mercado mais rentáveis;
  2. Apontarem geralmente os seus anúncios para a sua homepage, esquecendo-se de que muitas vezes há outras áreas do site mais visitadas, ou mais valorizadas pelo visitante. Quantos sites não visitámos já em que a homepage não é mais do que um slide dizendo: “Clique para entrar”?
 

O que é uma “landing page”?

 
No exemplo do Sr. Antero deveríamos criar um anúncio, por exemplo, sobre “Flores” ou “Floricultura”, este sim, apontando para a homepage.
 
E… outro sobre “Dálias”, apontando para uma página de entrada (“landing page”) referente exclusivamente ao tema “Dálias”.
Essa “landing page” apresentaria uma ou mais fotos sobre as ditas flores e texto informativo referente às mesmas.
Numa zona específica da página apareceria algum dispositivo apelativo para conduzir à compra (“call to action”).
 
Depois, em função duma análise sistemática ao comportamento dos visitantes (“analytics”), criar-se-iam campanhas com o mesmo modelo, alusivas a outros temas que o nosso Sr. Antero identificasse como oportunidades de negócio (rosas, cravos, orquídeas, etc.).
 

Sobre os preços…

 
Finalmente importa sublinhar que quanto menor forem o âmbito geográfico e as línguas inscritas para despoletar a figuração do anúncio, menor será o custo por clique (CPC).
 
No exemplo aqui apresentado podemos verificar que o CPC médio previsto para a keyword “dália” é 5 cêntimos.
 

Convenhamos que se trata dum preço simbólico, tendo em conta que proporciona uma visita à “nossa empresa” duma pessoa com forte probabilidade de comprar ou interagir.
 
Com o “prospect” dentro da empresa é tudo uma questão de 4P’s.

domingo, 12 de junho de 2011

Domínios na Internet





Os dominios na internet são os nomes atravéz dos quais se consegue aceder a recursos disponiveis na internet.
Quando por exemplo coloca www.qualquercoisa.com na zona de endereços, está a referir-se a um serviço disponivel dentro do dominio qualquercoisa.com.
O dominio é parte integrante da maior parte dos endereços, direcções, url, que utiliza no dia a dia na internet.
O dominio tem a forma de dominio.tld (tld designa os dominios de topo), e é um sistema hierarquico com nós separados pelo . (ponto). O que vulgarmente chamamos dominios são subdominios de um dos dominios de topo.
Os dominios normalmente estão associados a computadores permanentemente ligados à internet, identificados por um conjunto de numeros chamado IP, por exemplo: 213.245.20.2.
Existem uma serie de serviços online prestados nesses computadores, como por exemplo: mail, www e ftp, esses serviços são normalmente indicados antes do dominio e separado deles por um . (ponto) exemplos: ftp.qualquercoisa.com. Estes serviços do ponto de vista do detentor do dominio são incluidos no pacote de alojamento que adquiriu à empresa prestadora do serviço de alojamentos.
Um desses serviços, e essencial para o bom funcionamento do dominio, é o serviço de dns, o qual faz a tradução entre o endereço indicado, o proprio dominio por exemplo (xpto.org), e o IP do computador a ser contactado para o utilizar. Podemos olhar para o serviço de dns como uma gigantesca agenda telefonica que nos permite obter numeros a partir do nome.
Existem dois tipos de hieraquia de topo:
  • Internacionais São designados por gTld Dominios na internete reguladas pela ICCAN (anteriormente eram regulados pela IANA ) e incluem os dominios terminados em:
    • .com
    • .org
    • .net
    • .info
    • .biz
  • Nacionais Este tipo de dominios são designados por ccTld, e constituem uma lista extensa, sendo cada um deles regulado por uma entidade propria em cada pais a que se referem.
  • Em portugal é a FCCN que a atribuição dos dominios .pt e para os quais tem regras especificas de concessão.
A importância do dominio é devida a este identificar a sua empresa, identidade, produtos, serviços, ideias, etc.
O nome do dominio é importante para a facilidade com que as pessoas o podem alcançar, ou seja um bom nome de dominio tem de ser facil de lembrar, identificavel com o que pretendemos divulgar, ser pequeno, dar credibilidade…
O problema em escolher um dominio com estas caracteristicas é que provavelmente já está registado. Existem cerca de 65 milhoes de dominios registados.

Pequena história

O sistema de dns foi criado em 1984 e a sua gestão passou por várias entidades, até que em 1993 ficou adudicado a Network Solutions.
Até meados 1995 o registo de dominios era gratuito, existiam cerca de 120 mil dominios. A National Science Foundation, suportava os custos de operação. Mas em Setembro de 1995 acabou a subvenção da NCF e a Network solutions começou a cobrar 50 dolares por cada dominio .com .org ou .net. Estavamos na época do boom internet. Em poucos tempo os dominios deixaram de se contar em milhares para se contarem nos milhões. Em 1998 Network Solutions perdeu o monopólio e hoje existe largas dezenas de registars para os dominios internacionais.

Costumer Relationship Management

Qual é exactamente a definição de CRM (Customer Relationship Management)?

Se perguntarmos a uma dúzia de pessoas diferentes obtemos uma dúzia de respostas diferentes. De um modo muito resumido, pode definir-se CRM como sendo uma estratégia de negócio que visa identificar, fazer crescer, e manter um relacionamento lucrativo e de longo prazo com os clientes. Esta estratégia deve permitir identificar e seleccionar as formas de relacionamento com os clientes que apresentem maiores benefícios ou maior potencial para a empresa e permitam fornecer a esses mesmos clientes um nível de serviço que exceda as suas expectativas. Para o conseguir, utiliza as componentes tecnológicas, de planeamento estratégico e de marketing pessoal, sempre numa perspectiva de orientação total para o cliente. O CRM permite assim alcançar objectivos como:

-Conhecer melhor as necessidades dos clientes de modo a desenvolver uma relação mais próxima com estes;

-Identificar ‘leads’ qualificados de forma a ganhar novos clientes;

-Fechar vendas de modo mais eficiente e eficaz;

-Permitir aos clientes efectuar transacções de forma mais fácil e rápida;

-Fornecer serviços de suporte, pré, durante e pós-venda;

-Ter um maior enfoque nos clientes com vista a uma maximização do ARPU (Average Revenue Per User)

-Disponibilizar a mesma informação ao cliente, independentemente do canal de contacto com a empresa (Internet, Call Center, Loja,…);

Podem ser consideradas acções de CRM as seguintes:

-A construção de uma base de dados que registe em exclusivo questões relacionadas com o Serviço a Clientes;

-A existência de uma Web page que permita aos clientes, verificar disponibilidades de produtos, colocar directamente suas encomendas e verificar o ponto de situação das mesmas (tracking);

-A constituição de uma ‘Datawarehouse’ de forma a construir bases de dados que melhor permitam conhecer os clientes;

-A recolha de dados junto dos visitantes do Web site, como sejam o seu nome, e-mail, morada e interesses;

-A recolha e armazenagem de dados, como sejam os relacionados com a resposta a uma campanha, o histórico de compras ou de envios.


Uma boa aplicação de CRM pode influenciar o montante que os clientes gastam na empresa e o seu grau de fidelização. Algumas empresas através da implementação de programas de CRM conseguiram ganhos significativos em termos de proveitos, satisfação dos clientes, produtividade dos funcionários, bem como reduções de custos em termos de aquisição de clientes. Neste momento cerca de 40% das empresas que operam em áreas fortemente tecnológicas, nos sectores aeroespacial, no retalho e nas ‘utilities’ já investiram em sistemas de CRM. Uma solução de CRM pode custar mais de 100 milhões de euros, entre implementação, formação e integração, podendo levar até três anos a colocar em serviço.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Google Analytics

Google Analytics é um serviço gratuito oferecido pela Google no qual, ao ativar-se o serviço por intermédio de uma conta do Google, e ao cadastrar-se um site recebe-se um código para ser inserido na página cadastrada e, a cada exibição, estatísticas de visitação são enviadas ao sistema e apresentadas ao dono do site. Foi criado principalmente como um auxilio aos webmasters para otimizar seus sites para campanhas de marketing e para o Google AdSense.
O sistema foi modelado com o sistema de estatísticas Urchin, da Urchin Software Corporation, adquirida pela Google em abril de 2005. Ainda hoje o sistema Urchin original para instalação em computadores é vendido pela Google como um novo pacote.

O Analytics é capaz de identificar além da tradicional taxa de exibição e hit de uma página, localização geográfica do visitante, forma com a qual chegou na página (através de links de outros sites, buscador, AdSense ou diretamente pelo endereço), sistema operacional, navegador, navegador e sistema operacional combinados e suas versões, resolução de tela, javascript habilitado, reprodutor de flash instalado, entre outros, em períodos diários, semanais, mensais e anuais.
Embora muitas pessoas vejam o Google Analytics apenas como uma ferramenta de monitoramento de tráfego essa ferramenta na verdade funciona como uma poderosa ferramenta para tomada de decisões em negócios relacionados a Internet.

O Sistema conta com um breve código javascript em cada página do site que o visitante acessar. Este código envia os dados ao Analytics, que, por sua vez, os transmite ao dono. A cada novo site cadastrado no sistema, o Google Analytics varre o código-fonte em busca do código fornecido. Caso não encontre ele continua acessando a página periodicamente até encontrar a seqüencia de caracteres prevista. Caso não encontre-a, o sistema não fornecerá dados ao cadastrante. Isto serve como uma forma de confirmar que somente o dono da página cadastre seus sites e somente ele tenha acesso aos dados.

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